Para mim, definitivamente, houve o antes e o depois da
chegada de nosso primeiro filho, houve aquele boom, aquele divisor de
águas, aquele fundo do poço e aquela luz no fim do túnel...
Então tento ignorar quase tudo o que sabia ou achava que
sabia da vida, antes da chegada do meu primogênito, porque a sensação que eu
tenho é que quando eu acordei daquele parto cesáreo em Julho de 2011, é que
outra mulher surgiu no lugar daquela moça de vinte e poucos anos que se achava
mulher, porém, mal sabia ela que só era o começo de tremendas e terríveis mudanças.
Mas não posso compartilhar o depois, sem contar um pouco do
antes...
...Coincidência???
Definitivamente não... “Jesusincidência” explica melhor.
Tudo aconteceu TRÊS
MESES antes de saber que estava grávida, eu e meu esposo nos RECONCILIAMOS COM
JESUS CRISTO e retornamos a igreja, e então ENGRAVIDEI UM MÊS depois do nosso CASAMENTO.
Meu Deus e agora?
Sim, Deus era a única segurança que tínhamos naquele novo
momento e período de nossas vidas, porque nossa vida financeira estava um
desastre, enquanto eu era uma simples estagiária, meu esposo era um
desempregado, aventurando-se no empreendedorismo, no famoso negócio próprio (do
qual investimos o que não temos, para reinvestirmos o que ainda não ganhamos).
E por falar em estagiaria... Pois é, eu era uma estagiaria
porque era estudante de Gestão Comercial, no terceiro semestre em uma instituição
privada (ou seja, mais dívidas).
Resumindo financeiramente falando, passamos por necessidades
e até recebemos ajuda de familiares.
Para completar nosso convívio como recém-casado, teríamos
que substituir a Lua-de-mel por Enxoval de Bebê, ou seja, a experiência da adaptação,
do conhecimento intimo, da estruturação emocional, física e espiritual teriam
que ser desenvolvidos prematuramente e de forma muito mais difícil.
Missão impossível!
“ Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que
amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito.”1 Foi
nesta palavra que nos firmamos em todo o momento, durante nove meses de
gravidez, de medos e desesperos... Sim, eu senti muito medo, medo de não ter
enxoval suficiente para o meu filho, de não ter atendimento medico adequado no
SUS (sistema único de saúde) de nosso país, senti medo da hora do parto, do
atendimento no parto, medo de morrer, medo de não ser uma boa mãe... foram muitas incertezas que na verdade nos guiava para a
melhor certeza que podemos ter, a certeza de ter um Deus Todo Poderoso, que de
alguma forma iria nos suprir, nos atender e nos fazer feliz. Infelizmente,
muitas vezes, só enfrentando dificuldades assim, nos damos conta que o melhor é
sempre depender e confiar, acima de tudo, em Deus e em sua misericórdia “que é a causa de não sermos
consumidos”2
Porque até esse momento, nos sentíamos muito confiantes e fortes com nossa juventude, com nossos conhecimentos acadêmicos, com nossa força de trabalho, e é assim a vida de muitos, que tenta não enxergar que somos reles mortais, e o simples fato da maternidade chegar, nos tornamos sim dependentes muito mais de Deus, da ajuda de outras pessoas, de nossos maridos, de nossos familiares, de nossas comunidades, de nossas igrejas, nossos políticos e etc e etc.
E no meio disso tudo, nossos bebês, nossos filhos, nossas bençãos e nossas heranças dependem de NÓS, num sentido TOTAL e equilibrado da palavra.
Então chegou o GRANDE DIA,
o dia do nascimento de nosso PRIMOGÊNITO!
:) continua...
Fontes:
1 Romanos
8:28
2 Lamentações
3:22
Para mim, definitivamente, houve o antes e o depois da
chegada de nosso primeiro filho, houve aquele boom, aquele divisor de
águas, aquele fundo do poço e aquela luz no fim do túnel...
Então tento ignorar quase tudo o que sabia ou achava que
sabia da vida, antes da chegada do meu primogênito, porque a sensação que eu
tenho é que quando eu acordei daquele parto cesáreo em Julho de 2011, é que
outra mulher surgiu no lugar daquela moça de vinte e poucos anos que se achava
mulher, porém, mal sabia ela que só era o começo de tremendas e terríveis mudanças.
Mas não posso compartilhar o depois, sem contar um pouco do
antes...
...Coincidência???
Definitivamente não... “Jesusincidência” explica melhor.
Tudo aconteceu TRÊS
MESES antes de saber que estava grávida, eu e meu esposo nos RECONCILIAMOS COM
JESUS CRISTO e retornamos a igreja, e então ENGRAVIDEI UM MÊS depois do nosso CASAMENTO.
Meu Deus e agora?
Sim, Deus era a única segurança que tínhamos naquele novo
momento e período de nossas vidas, porque nossa vida financeira estava um
desastre, enquanto eu era uma simples estagiária, meu esposo era um
desempregado, aventurando-se no empreendedorismo, no famoso negócio próprio (do
qual investimos o que não temos, para reinvestirmos o que ainda não ganhamos).
E por falar em estagiaria... Pois é, eu era uma estagiaria
porque era estudante de Gestão Comercial, no terceiro semestre em uma instituição
privada (ou seja, mais dívidas).
Resumindo financeiramente falando, passamos por necessidades
e até recebemos ajuda de familiares.
Para completar nosso convívio como recém-casado, teríamos
que substituir a Lua-de-mel por Enxoval de Bebê, ou seja, a experiência da adaptação,
do conhecimento intimo, da estruturação emocional, física e espiritual teriam
que ser desenvolvidos prematuramente e de forma muito mais difícil.
Missão impossível!
Missão impossível!
“ Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que
amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito.”1 Foi
nesta palavra que nos firmamos em todo o momento, durante nove meses de
gravidez, de medos e desesperos... Sim, eu senti muito medo, medo de não ter
enxoval suficiente para o meu filho, de não ter atendimento medico adequado no
SUS (sistema único de saúde) de nosso país, senti medo da hora do parto, do
atendimento no parto, medo de morrer, medo de não ser uma boa mãe... foram muitas incertezas que na verdade nos guiava para a
melhor certeza que podemos ter, a certeza de ter um Deus Todo Poderoso, que de
alguma forma iria nos suprir, nos atender e nos fazer feliz. Infelizmente,
muitas vezes, só enfrentando dificuldades assim, nos damos conta que o melhor é
sempre depender e confiar, acima de tudo, em Deus e em sua misericórdia “que é a causa de não sermos
consumidos”2
E no meio disso tudo, nossos bebês, nossos filhos, nossas bençãos e nossas heranças dependem de NÓS, num sentido TOTAL e equilibrado da palavra.
Então chegou o GRANDE DIA,
o dia do nascimento de nosso PRIMOGÊNITO!
:) continua...
Fontes:
1 Romanos
8:28
2 Lamentações
3:22


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